O inescrupuloso advogado de banco Jefferson Andrade

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Entenda o caso:

No dia 12 de junho de 2013, nós do Pinheiro Advogados publicamos uma matéria no Facebook à respeito de um serviço que prestamos à bastante tempo, referente à devolução de veículos financiados pelo leasing com reembolso de valores. Como o assunto é de conhecimento de poucos, em apenas 11 (onze) dias já contávamos com 120.512 acessos 222 compartilhamentos, 973 curtidas, centenas de comentários positivos e ou outro comentário infeliz, normal das redes sociais, sendo que um deles nos chamou especial atenção, ocorrido:

No dia 24 de junho de 2013, onde compareceu um conhecido advogado de Banco Dr. Jefferson Andrade, nosso adversário dizendo ser “impossível” e achincalhando com toda nossa equipe altamente capacitada do Pinheiro Advogados, veja o texto:

“Jefferson Andrade Gente, cuidado! O STJ definiu regras claras para o negócio, onde o bem precisa ser vendido em leilão, para posterior verificação de possível existência de saldo, levando em conta o valor da venda, o valor pago e os custos da operação. Se entrarem nessa, não aceitem pagar honorários antecipados, pois é roubada!”

No mesmo dia respondemos à altura e tendo em vista o respeito que temos para com nossos leitores, tornamos pública a informação de que o mesmo trabalha defendendo os bancos e que estava tentando intimidar nossos clientes, inclusive tendo desafiado o infeliz Jefferson Andrade para um debate ao vivo, veja o texto:

“Pinheiro Advogados GENTE OLHA SÓ QUE INTERESSANTE O JEFFERSON ANDRADE QUE FEZ O COMENTÁRIO ACIMA É ADVOGADO DOS BANCOS, TRABALHA NO ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA AYRES E FARIAS, É LAMENTÁVEL UMA PESSOA ESTUDAR ANOS PARA DEFENDER BANCO, QUE LHE PAGA SALÁRIO DE FOME. ISSO AÍ COLEGA JEFFERSON VOCÊ É O PRIMEIRO À SER EXPLORADO PELOS BANCOS, DEPOIS OS CLIENTES. COM RELAÇÃO AO STJ, ELE NÃO DEFINIU NADA DISSO, LEIA MELHOR NOSSA MATÉRIA, AFINAL A BOA LEITURA É REQUISITO DO BOM ADVOGADO. FALANDO NISSO, DESAFIAMOS O SR. JEFFERSON ANDRADE A PARTICIPAR DE UM DEBATE AO VIVO COM O Dr. Davi Chedlovski Pinheiro ESSE SIM É ADVOGADO DE VERDADE, ABRAÇA A JUSTIÇA E DEFENDE OS DESIGUAIS, COITADOS DEVEDORES. NO DEBATE O SR. VAI PODER FALAR SOBRE O STJ, EXPOR SUAS “RAZÕES” TER O DIREITO DE RESPOSTA, ETC. SERÁ REALIZADO VIA HANGOUT DO GOOGLE QUE ESTARÁ ABERTO PARA TODO MUNDO ASSISTIR. E AÍ TOPA O DESAFIO?”

Ato contínuo, o infeliz advogado de banco continuou tentando incitar o medo em nossos clientes, mas se recusou a participar do debate, pois alegou que todo o debate é coisa de adolescente, veja o texto:

“Jefferson Andrade Nossa! Uma resposta em caixa alta, com ataques pessoais e preconceito contra assalariado! Eu esperava uma postura de mais elegância, urbanidade e civilidade vinda de um perfil institucional de um escritório de advocacia. Mas tudo bem, deixemos os preconceitos e ataques de lado. Também não pretendo atrapalhar os negócios do escritório em questão, que precisa exercer seu ofício com toda a liberdade conferida pelo Estatuto da OAB. Apenas, diante de uma propaganda não solicitada recebida em meu perfil, resolvi comentar fazendo um alerta acerca de uma decisão tomada pelo STJ, que não é questão para debate, mas para simples conhecimento, pois não é decisão ou opinião minha, mas decisão do STJ, a qual segue informada pelo próprio, para quem quiser: http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=108904

Jefferson Andrade A propósito,. não entendi, e humildemente, gostaria de ter uma explicação, de como, após essa decisão do STJ, onde o valor a ser restituído é apenas aquele excedente em relação ao VRG pago, mais o valor da venda, pode-se chegar, matematicamente, a uma restituição de 60%? Quanto a debates em internet, já utilizei muito desse mecanismo, mas perdi o interesse em sua esterilidade e futilidade desde o final da adolescência, pois não influenciam em nada da realidade. A propósito, recomendo sempre a busca pelo debate na academia, pela via de produção científica, que é capaz de mudar a realidade pela via legislativa ou jurisprudencial. A decisão do STJ não representa, necessariamente a minha opinião pessoal. Apenas é uma realidade posta. E, diante de uma propaganda recebida sem minha solicitação, deixei um alerta. Isso pois, não conheço a postura comercial do escritório anunciante. Mas há uma sem número de pessoas que crentes em uma solução mágica e imediata pagam antecipadamente por serviços com “retorno garantido” prometido, mas depois não os conquistam, pois em direito nada é garantido antes do trânsito em julgado. Boa sorte ao escritório em sua empreitada. Mas atenção a forma estabelecida pelo STJ em julgamento de recurso repetitivo, pois ele faz toda a diferença no resultado final. Ao menos enquanto for mantido o entendimento consolidado pelo STJ.”

Nossos próprios clientes, perceberam antes da acalorada tréplica que esta por vir, que não existe qualquer decisão contrária à nos no STJ referente ao assunto, veja o texto:

“Michelle Fernanda Fast Bem, lendo a notícia do site do STJ, o que consegui entender, é que um ministro “fulano” entendeu por fazer dessa forma para um caso específico, com caso de repetida inadimplência, visando as cláusulas contratuais e a lei da boa fé, mas não que isso foi deferido como lei. Corrijam-me se estiver errada!”

No dia 25 de junho de 2013, respondemos pedindo a identificação do advogado (n.º da OAB) para que pudéssemos tomar as medidas legais contra sua enfadonha investida, mas até o presente momento o mesmo prefere sonegar tal informação, que obteremos pela via judicial em breve. Também questionamos por qual motivo o mesmo se recusou a participar do debate ao vivo sob a “justificativa” preconceituosa contra os adolescentes, que inclusive conseguiram a redução da passagem de ônibus #vinagre, e passamos à comparar o advogado de banco Jefferson Andrade com os advogados de estupradores, veja o texto:

“Pinheiro Advogados Pela ordem de importância: Correto Michele Fernanda Fast, a jurisprudência do STJ se refere aos casos onde o veículo é tomado por falta de pagamento, mas a entrega judicial do veículo em nosso caso ocorre espontaneamente. Repito não tem nada haver a decisãosinha do STJ com nossa matéria, aliás caso alguém tenha seu veículo reintegrado à força pelo banco, mesmo assim tem o direito de pedir a restituição dos VRGs. Até o processo chegar em Brasília é provável que o entendimento do STJ já tenha mudado novamente. Além disso, advogado que teme jurisprudência deve ficar em casa dormindo, pois a sociedade está em constante mudança, assim como a jurisprudência também. Ora, jurisprudência não é lei, simplesmente o entendimento de um juiz, se estiver juridicamente incorreta ou mal aplicada é dever do advogado militante ir contra aquele julgado para obter a mudança do entendimento. Mas reiteramos novamente que a decisão do STJ postada pelo advogado do banco Jefferson Andrade não tem nada haver com o nosso processo.

Pinheiro Advogados Já com relação à “resposta” do colega advogado de banco Jefferson Andrade, em primeiro lugar é você que está dizendo que temos preconceito contra assalariados, cuidado do que nos acusa se não quiser responder processo. Aliás, qual a sua OAB? gostaria que se identificasse, pois em consulta ao CNA não consta nenhum advogado com o seu nome, será que você não é um mero atendente cobrador do Ayres e Farias? talvez isso responda o motivo de você achar que o debate ao vivo é coisa de adolescente. Aliás, o debate de candidatos às eleições também é coisa de adolescente, aliás, qual o preconceito que você tem contra os adolescentes, foram eles em sua maioria que fizeram a passagem de ônibus reduzir com os constantes protestos em todo Brasil #vinagre, redução inclusive que vai beneficiar você, que é assalariado e trabalha defendendo os bancos, ou será que você usa os carros apreendidos dos coitados devedores que não tiveram o Pinheiro Advogados como advogados de defesa. Outra coisa ao contrário de sua caluniosa acusação, não vendemos “solução mágica”, nosso trabalho é sério, temos mais de uma década de experiência no assunto e não estamos começando com isso agora, portanto não precisamos de “boa sorte”, inclusive, temos pilhas de decisões judiciais favoráveis e nunca perdemos um processo desse tipo. Embora possa acontecer de perder algum processo, a chance desse é idêntica a de um processo de pensão alimentícia onde o réu é pai assumido e devedor de pensão. Ora, Jefferson Andrade, você gostaria de “entender” como isso é possível, nós vamos explicar objetivamente por escrito, pois aqui não se pode desenhar: O arrendatário paga além da CPM o VRG mensalmente, que será utilizado futuramente para exercer a opção de compra. Segundo o próprio contrato dos bancos, se o arrendatário optar por não comprar, o banco devolve o VRG no final do contrato. O que fazemos é extinguir o contrato antecipadamente e exercer a opção de compra para não comprar, antecipadamente. Assim o banco recebe um veículo menos depreciado e devolve um valor menor do que devolveria se o arrendatário pagasse todas as prestações. Então, meu caro Jefferson Andrade, nosso trabalho judicial beneficia tanto o devedor quanto o banco. Você está se insurgindo contra isso porque é ignorante. Mas não nos surpreendemos com sua ignorância, pois como os bancos lhe pagam um salário de fome você provavelmente não deve conseguir investir em sua educação jurídica. Sai dessa colega, pare de lutar no lado errado, defender banco é o mesmo que defender estuprador, pois os bancos aqui no Brasil são verdadeiros estupradores financeiros, aqui são cobrados os juros mais altos do MUNDO, até na Argentina, que é caloteira do FMI os juros bancários são menores que os nossos, isso é um vergonha. Principalmente para uma pessoa como você, que deve ter estudado no mínimo cinco anos para se tornar advogado, pena que todo seu estudo não esteja sendo aplicado em uma causa nobre como a nossa do Pinheiro Advogados, que lutamos inclusive contra os #JurosAbusivos. Insistimos no debate ao vivo proposto anteriormente, ou você também pode pedir a rescisão indireta do seu contrato de trabalho com o Ayres e Farias devido ao assédio moral que temos certeza estar sofrendo, e com o valor do seu acerto trabalhista montar seu próprio escritório contra os bancos, ou seja lá qualquer outra causa nobre que quiser, a escolha é sua…

No dia 26 de junho de 2013, o infeliz advogado de banco continuou difamando nosso renomado escritório Pinheiro Advogados, incitando o medo coletivo e sem qualquer fundamentação contra nossos clientes, e passou a dizer que não iria mais “manter” contato com nossos clientes, veja o texto:

“Jefferson Andrade Desculpe, cara responsável pelo perfil institucional do escritório. Não vou continuar a discussão pois, em primeiro lugar, não atuo para “defesa de banco” em rede social. Em segundo, não saber a diferença entre um debate com método, utilidade e objetivo, ou um debate de internet, sem método, objetivo, etc, é sofre da “síndrome do pombo enxadrista”. Terceiro, porque alguém do mundo do direito chamar decisão do STJ de “decisãozinha” é algo que causa estupefação absoluta. Quarto, porque não entender o núcleo de uma decisão em um recurso repetitivo é… …não há comparação possível. Quinto, porque não saber diferenciar a questão do “espontaneísmo” com suposto preconceito, é falta de capacidade interpretativa. Sexto, porque não saber que uma decisão em análise de recurso repetitivo é algo que para ser mudado demanda um tempo bastante superior a duração de um processo, é algo digno de quem jamais acompanhou um processo ou alguma alteração jurisprudencial. Sétimo, porque não tenho objetivo de convencer ninguém aqui, pelo contrário, deixei um alerta apenas a quem, não necessariamente com esse escritório, que não conheço, possa acabar caindo nos braços de quem prometa maravilhas, sem claro, cobrar antecipadamente. Essa decisão do STJ não necessariamente representa minha opinião, mas é o entendimento vigente na corte, que em sendo sobre recurso repetitivo é adotado por todos os tribunais estaduais. Recomendo que, visto a não aceitação de qualquer manifestação divergente, não tragam publicidade não autorizada aos perfis de quem não faça parte de sua rede de contatos. Não a solicitei e não tenho interesse no recebimento de artigos jurídicos sem rigor científico. Recebo artigos dos canais que seguem esse rigor, como jusnavigandi, direito.net. etc. Ademais, um conselho apenas, o “ad hominem” (caso não entenda, é o ataque pessoal, em detrimento ao debate de ideias) é o refúgio de quem não tem capacidade cognitiva suficiente para entender o outro, o argumento do outro. Portanto, se pensa em convencer alguém, deixe a baixaria, o ataque pessoal, as ofensas baratas, de lado. Afinal, quanto eu ganho, se eu tenho formação, se eu sou importante ou atendente, pouco importa, pois não se avalia alguém por sua posição social, mas por suas ideias e seu “ser”. Se você lucra muito e eu, talvez, receba um salário de fome, sorte a sua, mas a conta bancária não dita quem tem razão. Aliás, eu sequer apresentei minha opinião sobre o assunto, mas sim a posição da corte maior que analisará o tema, visto que não há matéria constitucional envolvida. Assim, apenas para deixar claro, para quem pretende entender o tema, consulte as informações disponíveis no STJ e na mídia especializada. Não pretendo ensinar ninguém aqui, pois não é o espaço apropriado, até mesmo pelas manifestações de caráter ofensivo apresentadas, razão pela qual não pretendo tornar a me manifestar por cá. Ainda, não tenha também preconceito contra os demais advogados, por exemplo, que defendem estupradores, pois sem advogado de defesa, nem mesmo ele poderia ser condenado, visto que não há o funcionamento da justiça sem seus agentes essenciais, como o advogado. Preconceito, seja lá qual for, é o filho pródigo da ignorância. Quanto ao desejo de sorte, ele é sincero. Boa sorte a vocês. Não mais precisamos manter contato por aqui.”

Ainda, continuando o acalorado assunto, iniciamos contagem regressiva de 14h para apresentação da seguinte resposta:

Nossa, Jefferson Andrade, “cara responsável pelo perfil” você diz? Cadê sua cara? não mostra no seu perfil porque é muito feia? Por isso que você simpatiza com os estupradores? Só consegue a dádiva do prazer feminino à força? Na opinião de nós do Pinheiro Advogados deveria ser votada uma lei que elevasse a pena de castração cirúrgica aos estupradores. Não é de se espantar que você venha com a retórica hipócrita de que estuprador merece defesa. Merece sim, apenas uma defesa técnica, sobre a quantidade de pena em relação ao grau e a gravidade das sequelas deixadas na vítima, mas não com relação à sua inocência.

Prezado colega Jefferson Andrade, ilustre advogado defensor escravizado dos bancos, quanto custariam seus honorários para defender o estuprador de sua filha? R$ 1,00? Para ajudar a descobrirmos essa incógnita criamos uma enquete onde todos os coitados devedores que já perderam seus veículos para os #JurosAbusivos dos bancos poderão votar e escolher qual seria a melhor resposta para sua hipocrisia.

Já na segunda linha de seu texto, entre os erros português costumeiros do infeliz advogado de banco Jefferson Andrade, nos acusa de estarmos sofrendo da “síndrome do pombo enxadrista”. Nossa, o que é isso colega? Estava pesquisando na internet alguma frase inteligente e ao digitar a palavra #Bullying encontrou essa hiperligação no Wikipedia? Lamentamos acordá-lo de sua diarreia mental, mas você não está sofrendo #Bullying aqui, simplesmente obtendo resposta à altura de sua intromissão desesperada.

Ninguém lhe chamou aqui colega. Você defende os Bancos e nós defendemos os Devedores, somos adversários. Agora vir aqui em nosso espaço para mentir e difamar nossos serviços, na pífia tentativa de intimidar os devedores a não reclamarem seus direitos e ainda dizer que está preocupado com eles? Isso é no mínimo chamar essas pessoas de burras. Pois é…, mas elas não são! Como diz nosso amigo André Barreiros: “BOLA, BANCO E BUNDA: OS DOIS PRIMEIROS VEZ POR OUTRA TE QUEBRAM, E DOS DOIS ÚLTIMOS SÓ SE PODE ESPERAR SAIR UM TIPO DE COISA…”

Os serviços que prestamos, de defesa do interesse dos devedores adimplentes ou inadimplentes, podemos garantir serem de ótima qualidade, ao contrário dos que vocês advogados de banco prestam aos próprios bancos: defesas, contestações e iniciais de busca e apreensão padronizadas, por vezes contestações em duplicidade, elaboradas todas pela matriz em São Paulo, cheias de erros, todas genéricas e ainda com péssima qualidade.

Vocês contam somente com a sorte do devedor A ou B não poder contratar advogado de peso como nós do Pinheiro Advogados para fazer valer seus direitos. Em 90% das ações de Busca e Apreensão o devedor não tem advogado constituído, os outros 10% estão conosco.

Ora, mesmo que o devedor esteja inadimplente isso não dá o direito de vocês atocharem nele os #JurosAbusivos. Só porque o coitado não tem advogado de defesa vocês condenam ele à pagar a pena máxima! Aliás, se você caro colega advogado de banco defende estuprador, por nós não podemos defender o devedor? Eu respondo: porque a porcaria de serviço que vocês prestam para os bancos não pareô para nós. Vocês ganham no volume e não na qualidade, quanto mesmos pessoas buscarem seus direitos mais vocês ganham.

Já perdemos a conta das vezes que nossos advogados compareceram em audiências onde os advogados de bancos não sabiam nem do que se trata o assunto, vocês já até se acostumaram à levar bronca de Juiz(a).

Portanto, colega adversário, não me venha aqui intimidar nossos clientes com mentira e incitar o medo da justiça, pois a justiça funciona!

Você fica repetindo igual papagaio uma decisãozinha do STJ que não tem nada haver com a matéria postada por nós do Pinheiro Advogados, e mesmo que tivesse os advogados de banco não tem capacidade intelectual para fazer subir um recurso à Brasília. Somente nos casos onde tem muito dinheiro envolvido é que vocês contratam uma pessoa altamente especializada como o Dr. Davi Chedlovski Pinheiro, por exemplo. Caso não saiba, caro Jefferson Andrade, ele já recebeu diversas propostas para trabalhar com os bancos, mas isso vai contra seus princípios.

Voltando à questão do STJ, nos casos corriqueiros, do dia-a-dia, pouco nos interessa o que o STJ e o STF estão dizendo, eles estão muito distantes de nossa realidade processual hodierna. Mas frise-se novamente, não há qualquer decisão no STF ou STJ contrária ao nosso serviço relacionado à matéria, tanto que aproveitamos à oportunidade para lançar uma oferta pública de recompensa no valor de R$ 1.000.000,00 (hum milhão de reais) válida por 30 (trinta) dias corridos, ou seja, até o dia 26/07/13, para qualquer advogado de banco que encontre alguma decisão do STJ contrária ao tipo de serviços prestado por nós do Pinheiro Advogados, referente à esta matéria e a poste aqui, para todos verem. Está aberta a contagem regressiva para vocês…

Finalmente, também não insistiremos mais no debate ao vivo com o advogado de banco Jefferson Andrade, pois dadas as circunstâncias é provável que nosso advogado menos experiente deixe-o gago para sempre. Ficamos no aguado da decisão contrária do STJ.”

Daí a criação da presente enquete.