R$ 2.704.000.000,00 !! Foi o lucro do Banco do Brasil em apenas 9 meses

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COMENTÁRIO: você sabe o que significa um bilhão? aqui no Brasil são mil milhões e um milhão significa mil vezes mil. O último felizardo da megasena levou sozinho o prêmio de 70 milhões de reais, considerado por todos um super prêmio histórico. Perceba-se a grandiosidade do lucro auferido pelo Banco do Brasil, que em apenas nove meses concebeu um filhote de quase 3 bilhões de reais. E atenção, isso foi o lucro, isto é, já descontado todas as despesas… Alguém conhece alguma outra empresa no Brasil que não leve a palavra banco no nome e consiga ter um lucro tão alto? Simplesmente não existe. Aqui no Pinheiro Advogados ninguém é contra o lucro dos bancos, o problema é que somente eles estão lucrando, pois cobram a maior taxa de juros do planeta. Nenhuma empresa consegue uma receita tão exponenciada quanto o juro bancário brasileiro e quando consegue paga o banco e fecha as portas. Segundo o SEBRAE 90% das empresas falem nos primeiros dois anos. Não podia ser diferente, pois a maioria são abertas com capital de giro financiado. Você já imaginou como o Brasil seria desenvolvido se não tivesse os juros e os impostos mais altos do mundo? Chega uma hora que temos de nos perguntar: o que podemos fazer para estabelecer o equilíbrio das relações… nós do Pinheiro Advogados, mais do que apenas um escritório de advocacia, temos um ideal político apartidário de promover a igualdade e o equilíbrio. Ao nosso alcance estão os processos judiciais como instrumento de revisão de dívidas bancárias e tributárias. Mas você pode ir além e fazer muito mais coletivamente, disseminando seus ideais contrários a esses abusos. Quanto mais as pessoas estiverem conscientes dos abusos que sofrem, mais rápido será possível elas saberem o que querem e reivindicar seus direitos não apenas na Justiça, mas também politicamente!

Veja a notícia:

O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira ter registrado lucro líquido de 2,704 bilhões de reais no terceiro trimestre do ano, resultado 0,9% menor do que o obtido em igual intervalo de 2012, de 2,728 bilhões de reais.
A carteira de crédito ampliada do banco encerrou setembro em 652,294 bilhões de reais, crescimento de 22,5% ante junho e de 2,1% em 12 meses. Os destaques do período, conforme relatório do banco que acompanha suas demonstrações financeiras, foram as carteiras de crédito às empresas e ao agronegócio, que registraram avanço em doze meses de 24,7% e 32,2%, respectivamente. O BB reduziu sua participação em crédito no sistema financeiro nacional no terceiro trimestre deste ano, com a sua fatia recuando de 20,8% em junho para 20,7% em setembro.
Os empréstimos destinados à pessoa física somaram 163,983 bilhões de reais no terceiro trimestre, avanço de 14,1% em doze meses e de 1,5% sobre junho, respondendo por 25,1% da carteira de crédito do banco. Já os recursos destinados às pessoas jurídicas atingiram 307,3 bilhões de reais, com expansão de 24,7% e 2,4%, respectivamente. Esse segmento responde por 47,1% da carteira de crédito total do BB.
Revisões — Com a queda no lucro, o BB voltou a rever projeções de desempenho para o ano, que incluem agora uma expectativa menor para o crescimento de margem e da carteira de crédito para pessoa física. O banco agora estima que o crescimento da margem financeira bruta este ano ficará entre 2% e 5%. No balanço do segundo trimestre, o banco previa alta anual de 4% a 7%, depois de ter começado 2013 esperando uma expansão da margem em 7% a 10%.
Além do corte na expectativa de margem bruta, que encerrou o terceiro trimestre com alta de 4,5R, para 11,756 bilhões de reais, o BB também reduziu a previsão para o crescimento da carteira de empréstimos a pessoas físicas, que passou de 16% a 20% para 14% a 18%.
O banco, porém, manteve a previsão para o crescimento total da carteira de crédito ampliada no Brasil em 2013 em 17% a 21% e elevou a expectativa de expansão de empréstimos ao agronegócio para 24% a 28% ante 22% a 26% estimados anteriormente.
Ativos — Os ativos do Banco do Brasil alcançaram 1,259 trilhão de reais ao final de setembro, cifra 14% maior do que a registrada em um ano, de 1,104 trilhão de reais, favorecido, principalmente, pela expansão da carteira de crédito.
O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (RSPL) no conceito ajustado do BB ficou em 15,7% ao final de setembro ante 18,1% registrado em 12 meses. O banco também divulgou retorno de 16,3% contra 18,6% em um ano. O BB encerrou o terceiro trimestre com patrimônio líquido médio de 65,924 bilhões de reais. O montante é 5,3% maior do que o registrado no mesmo período de 2012, de 62,614 bilhões de reais.
(com Estadão Conteúdo)